À pedidos de postagens novas, aí vai a redação que eu tenho que entregar amanhã! Sugestões mais do que abertas, estraçalhdas. Quando tiver tempo e inspiração, posto algo mais decente, prometo.
Há fatos, festas, jantares, encontros, enfim, acontecimentos que vivenciamos, daqueles que chegamos em casa com um sorriso de orelha a orelha, porque aquele sentimento bom ainda não passou, de tão bom que foi.
No meu arquivo de lembranças, resolvi resgatar uma peça de teatro. Eu era pirralha, tinha 14 anos, fazia aulas de teatro, e sempre queria ir às peças, mas como eram em Porto Alegre, e eu moro em Novo Hamburgo, tinha toda a função de comprar ingresso antecipado, pagar frete, conseguir reservar, etc. E acabava nunca indo.
A peça de teatro que eu mais tinha vontade de assistir, era Cócegas, que já estava há anos em cartaz, e eu assistia diversas vezes o DVD. Até que um dia, Cócegas veio para Porto Alegre. Mas como fiquei sabendo com apenas uma semana de antecedência, não consegui ingressos. Porém, um dia antes da peça, meu primo me liga dizendo que tinha dois ingressos para a primeira fila e não iria, uma vez que o espetáculo ocorreria no dia de seu aniversário. Então, lá fomos eu e minha amiga Bruna, com camiseta do Fã Clube e tudo.
Nós já havíamos assistido a peça muitas vezes no DVD, sabíamos as falas de trás pra frente, porém, ao vivo foi muito emocionante, e bem mais divertido, foi lindo. Quando a peça terminou, as atrizes mal terminaram de agradecer, e peguei a Bruna pelo braço e saí correndo em direção a porta do camarim, o qual já havia localizado antes da peça, através de conversas com seguranças e umas esnobadas do produtor. Chegando lá, que decepção, os fãs não seriam recebidos porque uma das atrizes, Ingrid Guimarães, havia caído durante a peça. Ficamos lá, aguardando, conversando com algumas pessoas, até que comovemos uma moça, que já ia embora, cansada de esperar, e ela deu um jeito de que nós entrássemos lá. Mas apenas eu e Bruna entramos, os outros pobres fãs ficaram lá fora.
Chegando lá, tínhamos as atrizes Ingrid Guimarães e Heloísa Perissé a nossa disposição, para autógrafos, fotos, e conversas incrivelmente simpáticas. Contamos todo o processo para chegar ali, desde a aquisição dos ingressos, e Ingrid adorou. Foi lindo, de novo.
Como já disse, eu era pirralha, e talvez se esse momento ocorresse hoje, para mim, não seria tão significativo assim. Mas quando aconteceu, eu cheguei em casa com um sorriso de orelha a orelha, e não conseguia parar de sorrir, de tão bom que foi. Guardo até hoje em uma caixa os ingressos e as fotos, e claro, na memória “cenas do meu filme em branco e preto”.
Essa é a graça, temos que aproveitar tudo ao máximo, pois algum tempo depois iremos recordar e dar um sorriso com os lábios fechados, olhando para o horizonte. Por isso tire fotos, escreva na agenda, guarde um recibo, um ingresso. Para poder ter essa maravilhosa sensação anos depois.
Um comentário:
Eu daria dez! Se a xexelenta da professora der menos me avise. :P
Adorei, parece que a gente vê a cena acontecendo quando lê o que tu escreve. *-* Está virando profi amiga. :P uihfiudh
Sempre lembro da Fê quando leio o último parágrafo. Ela guarda tu-do! Até o lacre do Velho Barreiro. huisdfhduifhiuhuuihfiu :x
Vou esperar mais e mais postagens.
Beijos
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